Eu acredito nas casualidades, nos encontros, nas passagens.
Nas conversas que temos, nas músicas que cantamos. No que somos e nunca deixamos de ser.
Eu acredito que podemos ser muito fortes, muito mais. Podemos ser como todos, e o tudo pode ser capaz.
Eu quero suas mãos, suas ideias e defeitos, que me ensine o seu jeito, enquanto aprende o meu.
Quero que faça sentido, que seja proibido, mas que entre nós todos não exista lei.
Quero ser tudo que tem graça, que tem gosto e da pra sentir.
Quero o que mais me da vontade, e quero vontade pra prosseguir.
Quero voar, mergulhar, morrer e matar a vontade de querer.
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Piano Bar
Caiu a noite tão depressa
E eu ali parado esperando a música parar
Era uma noite dessas
E eu pensando porque eu fui te encontrar
Flores atiradas na calçada
Um adeus tão frio e mais nada
Seja como for
quinta-feira, 3 de junho de 2010
O que eu ainda sou
E agora, debruçada na varanda, sorrindo e olhando a chuva cair fina, percebo que passava semanas me perguntando por que você não voltou, ou se partiu, por que não me avisou. Mas sei que existia um motivo, sempre existia um motivo que nos separava. Porém, tenho a necessidade de saber o porque. Senti saudades, mas hoje sei que as coisas caminham de um outro modo, e cada vez que você resolve não aparecer, sei que pelo menos nas intenções você está sempre presente. Talvez eu só andasse pensando de mais, criando de mais, culpando de mais. A verdade é que as vezes eu queria não ter medo de te perder, perder isso que nós temos. Queria te olhar e dizer que quando eu te peço um pouco é porque eu quero tudo que pode me dar.
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